Com a propagação de notícias da "Operação Carne Fraca", da Polícia Federal; países consumidores da carne bovina repudiaram as fraudes envolvendo o produto brasileiro.

Coréia, Chile, China e a União Européia publicaram restrições aos derivados da carne, depois que policiais divulgaram adulterações químicas, feitas por frigoríficos nacionais.

Papelão, conservante e substâncias cancerígenas para "maquiar" estragos na carne eram colocados em linguiças e nos bifes, para comércio no mercado nacional e internacional.

Cerca de 30 servidores públicos federais são investigados por suspeitas de integrar o escândalo. Empresas como Seara, Friboi e Pedigão são apontadas pela operação policial.

A reação internacional aos pontos da apuração, identificam rejeição por consumidores.

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